segunda-feira, 31 de julho de 2023

A Grande Estrada - Resumo 4


Logo depois de sairmos vivos daquela terrível emboscada, nos deparamos com uma grande estrada que se estendia por quilômetros até chegar em uma cidade oásis, chamada Al-Murad, uma cidadela com enormes muralhas aneladas, com um grande castelo ao centro. Porém uma coisa nos chamou atenção, as areias daquele oásis pareciam estar engolindo aquela cidade aos poucos, uma parte de suas muralhas já estavam submersas por aquelas areias. mas para mim aquela cidadela estava com uma espécie de maldição, não apenas pelas areias que estavam devorando aquela cidade como uma criatura viva, mas também pelas as pessoas que rodeavam aquela cidade, pareciam miseráveis, doentes, sem perspectiva de vida, todos comiam uma espécie de papa que parecia bosta de vaca, porem estavam "felizes", isso é muito estranho para mim. enquanto percorríamos a estrada, O Dandelion começou a cantar e tocar seu alaúde para trazer um pouco de alegria para aqueles infelizes, nossa O Dandelion foi adorado como deus! kkkkkkkkkk esse Dandelion realmente é um cara exótico! kkkkkkkkkkkkkkk logo mais reparei na mudança de semblante do líder da caravana, questionei-lo, mas ele foi bastante rude, ficou tão bravo que enviou um dos seus capangas para nossa retaguarda, bom, foi ai que ouvimos gritos de socorro de uma donzela, corremos de pronto para socorre-la, graças a Haku encontramos a jovem donzela sã e salva por nosso amigo Khareen e uma criatura muito esquisita, uma espécie de rato só que bípede, ah! e falava como uma pessoa qualquer. na hora que íamos perguntar seu nome para agradecer pela ajuda, o senhor rato muito arisco fugiu da nossa presença, assim como um rato foge de um gato. mas tudo bem tínhamos a jovem donzela para nos preocupar, soltamos ela das amarras, a cobrimos, alimentamos, demos água para beber e a confortamos. A jovem donzela era uma bela jovem elfa por nome de Fatimah, que nos contou um pouco sobre ela e sua situação, mora na Rua do Grande Bazar, na direção do amanhecer, é a última casa. falou-nos de uma tal Princesa, assustada saiu correndo dizendo que tinha uma missão a cumprir. bom pelo menos temos seu nome e o endereço para procura-la ao entrarmos de fato no Oasis, pois ainda não havíamos entrado nos portais da cidade. era hora de voltarmos para caravana mas uma grande discussão se iniciou entre o Khareen e a Malikah, não tínhamos tempo para discussões tolas, logo interferi na treta, fazendo-os parar, tínhamos que tomar uma decisão importante, continuar com a caravana ou seguirmos por conta própria, já que as coisas estavam bastante estranhas, tivemos um entrave pois eu e o Khareen decidimos abandonar a caravana e Kadijah e Malikah decidiram acompanhar a caravana, a decisão final estava com o Dandelion, ele decidiria nosso destino. Ah sim antes de irmos atrás do Dandelion, minha mão esquerda começou a doer bastante, a Malikah vendo aquela cena pediu para ver minhas luvas e disse que eram amaldiçoadas! droga tenho que tira-las o mais rápido possível, mas eu não posso tirar por mim mesmo, tenho que achar um sacerdote ou clérigo experiente de Haku para tirar essas luvas. Agora sim depois de todos contratempos fomos ao Dandelion para seguirmos nosso destino. encontrando o Dandelion, ele tomou a decisão final de seguirmos a caravana, e foi o que o grupo fez, seguimos a caravana. agora já as portas de entrar de fato no Oasis paramos para os últimos descansos e planejamentos de o que iremos fazer no Oasis de Al-Murad, tivemos um último momento em grupo. quando cheguei perto da Kadijah e percebi e que ela escrevia algo em língua dracônica, uma língua que eu domino muito bem, e que ela escreveu foi o seguinte: "Eu só queria ver/saber o que está acontecendo em..." mais um mistério que temos que resolver. por sorte ouvi de algumas pessoas da caravana que tem tendas de Haku no Oasis só assim me livrarei dessas malditas luvas e me purificarei dos meus erros da minha jornada! mas fico pensando o que nos aguarda dentro das Muralhas do Oasis Al-Murad?

Por Alan.


sábado, 29 de julho de 2023

A emboscada no Vale de Al-Adin - Resumo 3



Após passar uma longa noite acordados com a finalidade de proteger uns aos outros das criaturas que os observavam incessantemente, combatendo adversários contundentes que eram o sono e o cansaço de seus corpos e mentes, os primeiros raios de sol da manhã finalmente surgem para indicar um novo dia de jornada, Al Rashid presenteia alguns com pedras valiosas e misteriosamente os pergunta se realmente vão seguir a viagem, mas sem hesitar todos concordam em seguir a jornada nas terras de Al-Murad que carregam muitas histórias.

No decorrer do caminhar da caravana, uma elfa conta histórias antigas, que alguns dos aventureiros vão ouvindo atentamente, outros não dão tanta importância, o deserto vai ficando um pouco mais cercado por colinas de pedras, diante de um silêncio tamanho que ouve-se somente o cair e deslizar de pequenas pedras das colinas que vão ficando cada vez mais próximas.

Até que, do alto de uma das colinas surgem criaturas humanoides com armas, são muitos deles, por todos os lados, e o caminho se fecha por rochas gigantes, tanto o caminho de volta quanto de ida, os aventureiros visualizam os líderes da emboscada, que possuem presença imponente, falando em um idioma que poucos compreendem, os demônios declaram que desejam assassinar todos que reagirem ao ataque, e que desejam escravizar os demais, diante desse cenário, os aventureiros ainda exaustos pela noite anterior e com pouquíssimo tempo para se recuperarem, iniciam um combate improvável de vencerem, árduo e constante, a batalha se prolonga por muito tempo, indefesos morrem de forma cruel, enquanto os aventureiros combatem de maneira inteligente, maneira essa que fora essencial para conseguirem conter a emboscada, já que muitos de seus inimigos não tinham tamanha noção estratégica.

Os líderes da emboscada batem em retirada de forma elegante muito tempo antes das batalhas acabarem, pois sua experiência já os faziam perceber que não venceriam, ou será que tenha sido somente uma estratégia? De qualquer forma a emboscada acaba com menos danos do que o esperado, e os aventureiros agora reúnem as forças que lhes restam para seguirem sua jornada.

Por Alisson.

sexta-feira, 28 de julho de 2023

O Sarcófago do Falso Rei - Resumo 2




A busca se inicia após a feroz batalha com o djinn, os aventureiros salvos pelos elfos, tentavam entender o que aconteceu quando o elfo tenta unir aquele peculiar grupo que se destacou durante os acontecimentos passados, os aventureiros então se distanciam da caravana para ouvir o que Dandelion tem a dizer sobre a antiga construção soterrada que encontrou.

Após uma pequena discussão sobre qual seria seu próximo passo o grupo decide descer a construção guiados por um pequeno lagarto do deserto que desperta o instinto de Dandelion, e pela curiosidade do filho de djinn, que decide ir na frente. Os misterioso local levam os aventureiros a cautela e desperta a curiosidade da maga, que percebe frases gravadas no corredor, as frases se contradizem de acordo com a oposição das paredes, em quanto uma sinalizava que podia usufruir do que ali tinha, as do outro lado alertava para não pegar naquilo que não lhe foi dado.

Mais a frente os aventureiros se deparam com duas pedras misteriosas encrustadas na portas entre aberta, se tratava de uma pedra verde e uma pedra vermelha, dado o mistério das gemas, o astuto elfo percebe que algumas pedras na parede podiam se mover, e por sinal a sequência e quantidade era uma referência as letras gravadas mais cedo, formando a palavra ABAKKA, depois de algumas investigações, deduções por parte do paladino, a clériga utilizando uma magia, descobriu que havia uma ligação entre as pedras da parede e as gemas encrustadas, "um pequena puzzle", descobriu também que as gemas liberavam efeitos mágicos de acordo com as cores de cada uma. Após discussões sobre o rumo, os aventureiros conseguiram resolver o enigma, liberando os efeitos das pedras, hora se beneficiando dele, hora sofrendo, as gemas então caíram sobre o chão, e mesmo após o alerta da clériga o ladino guardá-las.

A partir daí o grupo seguiu a jornada, encontrando mais a frente, o que se parecia ser uma catacumba, ao ser aberta, se revelou como o túmulo de Al-Rashid, que descansava seu corpo velho e mirrado ali, em estado de quase morte. Após longas discussões e muito ponderar, o ladino conseguiu libertar Al-Rashid de suas algemas mágicas, trazendo de volta o seu corpo a este plano, assim, ele se curou recobrando umas centelha de vida que ainda havia naquele corpo, com isso os devidos agradecimentos foram feitos e todos voltaram ao deserto, onde se depararam com os elfos a sua procura.

Foi então que descobriram sobre o propósito da aparição daqueles seres naquele momento, os elfos estavam em busca do corpo de Al-Rashid, após isso foram avistadas criaturas ao longe que não se sabem exatamente o que eram, mas fora rapidamente afugentadas por um dos elfos ali presente. Seguiram-se algumas discussões sobre sair imediatamente, ou descansar e partir depois, todos no entanto, ficaram para atenuar seus corpos e mentes após os fatídicos acontecimentos, assim os aventureiros descansam a espera de sua próxima aventura.

Por Pedro.

Encontro com o Mentor - Resumo 1


O início da sessão foi marcada com o caminhar da caravana junto a seus camelos, um grupo grande e vasto repleto de Raças diferentes.

O grande Al-Rashid se apresenta e dá algumas ordens ao líder da caravana, tivemos a impressão dele esta falando diretamente com a gente.

Após um breve diálogo, ele convence o líder a se instalar no local e poder descansar, mesmo faltando + de 12hrs de viagem a diante

Com isso, as pessoas desceram de seus camelos e começaram a se acomodar.

Após um tempo de interação entre as pessoas, é servido um banquete muito variado, com carnes, bebidas e sucos. Mas claramente algo que chamava a atenção era o vinho que Apresentava uma coloração branca.

Após o momento de degustação e alimentação, aos que tomaram do vinho começaram a se sentir estranhos, certamente algo de errado nao estava certo... A Bebida os faziam reviver seu passado e acessar o seu pior lado, aquilo que você esconde para as pessoas

Com uma ajuda de uma Magia, Após algumas idas e vindas desse plano, foi descoberto que o verdadeiro Al-Rashid estava em uma tumba e que queria se libertar disso tudo. Com isso, a Magia "Piscar" foi responsável por trazer alguns os protagonistas de volta ao plano físico, mas eles não seriam os únicos a sair de lá, o Gênio também.

Sendo assim, descobrimos que as pessoas que beberam tal coisa, foram para outro "Plano" podemos assim dizer, no qual sofreram ataques e seus corpos responderam de acordo. Já aos que não beberam, foram envolvidos por uma nevoa escura junto a caravana que todos estávamos, e a figura de Al-Hashid permanecia sentada.

Já no plano que os que tomaram o vinho se encontrava, muita das pessoas era atacada por Carniçais que as feriam gravemente... Até que a Tiefling Nota a figura do Al-Rashid, dessa vez o verdadeiro, que se encontrava acorrentado a uma presença de um Gênio que Esboçava um ódio mortal pelo mesmo e que só queria alguns "brinquedos".

Uma dura e formidável batalha era travada entre os protagonistas e o Gênio, na qual um deles havia saído a procura do "tumulo/caixão" que estava localizado o verdadeiro homem com a ajuda de uma lanterna mágica dada ao mesmo, que se aventura em uma cidade subterrânea logo abaixo da dura batalha, que apos um ataque brutal, mais da metade dos cabelos, barracas e itens foram destruídos. A busca se encerra com a chegada de Elfos da Cidade mais próxima que vieram ao resgate.



Encontro com o Djin

Enquanto a noite avança e a caravana mergulha nas histórias compartilhadas por Al-Rashid, eles percebem que sua jornada não é apenas física, mas também espiritual. Através das palavras do suposto sábio, eles parecem encontrar inspiração, coragem e uma conexão mais profunda com a terra e sua história. Comem e bebem durante as primeiras horas da noite quando o paladino Al-Azel e o bardo Dandelion notam algo estranho: as pessoas parecem ter entrado em um transe frenético, tendo seus espíritos conduzidos a um plano astral em que são caçados e devorados. Enquanto isso, no plano material, os corpos aparecem com lacerações e sangramento constante. Eis que surge um Djin que os ameaça e começa a atacar a todos da caravana.

No plano astral a que foram conduzidos, caído e acorrentado está o verdadeiro Al-Rashid. O mago pede que os aventureiros libertem-no, se necessário, cortando seus braços. Porém, para isso, precisam voltar para o plano material e encontrar a prisão em que o mago foi encarcerado.

Sob as areias do deserto, jaz uma cidade antiga e, após utilizarem a lanterna da maga, os aventureiros encontram um sarcófago em que o corpo de Al-Rashid havia sido preso, sob o poder de uma magia antiga que o colocara numa espécie de sub-vida, ou animação suspensa.

Após libertarem o decrépito mago, os aventureiros se juntam novamente à caravana que guarda vigília durante toda noite, pois aparições demoníacas ameaçam suas vidas. Al-Rashid, no entanto, lança, mesmo debilitado, um feitiço de proteção que impede, a muito custo, que a caravana seja atacada. Pela manhã, a caravana retorna a sua jornada. Os aventureiros farão a escolta da caravana. "O pior já passou!" - eles pensam. "O pior já passou?" - Eu ão apostaria nisso.

 

quinta-feira, 13 de julho de 2023

AL-RASHID IBN ANSUR - PDM

Al-Rashid Ibn Ansur é um poderoso mago, muito sábio e profundo conhecedor das tradições e histórias antigas. Um guardião das histórias perdidas e das antigas tradições desta região. Viveu na cidade de Azimah há mais de 200 anos. Por discordar da forma com que o sultão comandava seu povo, preferiu sair da cidade e habitar nas ruínas de reinos antigos do deserto. Não se tinha notícias se Al-Rashid ainda estava vivo. Até hoje...

 

segunda-feira, 10 de julho de 2023

PDM - Almar Almansur


Almar Almansur é um "pequeno" órfão que foi seduzido pelo conhecimento da magia. Aos poucos, apesar do tamanho aparentemente limitante, foi obtendo grandes conquistas e seu poder tem aumentado significativamente. Está no 5º nível de mago.

FOR 7 / DES 13 / CON 11 / INT 15 / SAB 8 / CAR 10 / HON 5 / SAN 11 / SOR -1

Dentre suas características, a que mais se destaca é a falta de pudor ao dizer na cara tudo o que os outros escondem. Confia apenas em si mesmo, mas não mede esforços para ajudar quem o ajuda, sobretudo se a outra pessoa também for um órfão.

"Já ouvi muitas versões da minha origem. Nenhuma delas heroica. Não sou “gente” como dizem. Um erro dos deuses: grande demais para ser rato; pequeno demais para ser halfling. Fui mais um abandonado, adotado com outros Órfãos da Guerra, criado para servir e divertir elfos, usados como atrações nas feiras, como ladrões, como “olhos e ouvidos” da aristocracia às vezes, mas sempre párias." 




Almar ingressou na Escola de encantamento porque sempre foi fascinado pelo controle da mente, pem como por "compulsões arcanas", concentrando-se em afetar as mentes e percepções dos outros, já que encantamentos compelem e encantam as pessoas, dobrando-as à vontade do conjurador

"A proximidade com os magos élficos me deu a sorte de aprender enquanto servia. De brincadeira, sugeriram que eu fosse ensinado a ser um deles, a ser usado como mascote, possivelmente. Contra todas as probabilidades me formei na Escola de Magia e como um membro da Escola de Encantamento, afiei minha habilidade de entrar magicamente e seduzir outras pessoas e monstros. Alguns de nós são pacifistas que fascinam os violentos para que larguem suas armas e enfeitiçam os cruéis para mostrar misericórdia. Outros são tiranos que dominam magicamente os involuntários, obrigando-os a servi-lo. Ainda estou vagando em algum lugar entre esses extremos."

Cidade élfica de al-Murad

Como cidadão de Al-Murad, cidade élfica que nasceu de um oásis fincado no meio do deserto de Al-Murad, Almar Almansur tem que conviver com a desagradável política da cidade que explora a mão de obra de anões e tieflings, povos escravizados cujas vidas são consideradas insignificantes pelos elfos do deserto.



OBSERVAÇÃO:
Em nossa campanha, utilizamos 2 atributos sugeridos no Livro do Mestre de Dungeons and Dragons 5E, a saber, Honra e Sanidade. Introduzimos também um atributo a que chamamos de Sorte (Fortuna), que indica quão afortunado ou quão beneficiado pela "deusa Sorte" é um personagem.

domingo, 9 de julho de 2023

INTRODUÇÃO

Nas densas areias de Azimah, uma silhueta azula no horizonte: Al-Rashid Ibn Ansur.

A caravana, que segue sua jornada há 100 dias, para diante da figura incorpórea que agora se materializa diante dos camelos sedentos.

O líder da caravana saúda Al-Rashid.

Al-Rashid Ibn Ansur, um homem de presença imponente, ergue a mão em cumprimento e responde ao líder da caravana com uma voz firme, porém amigável:

"Saudações, nobre líder da caravana. Agradeço pela pausa em sua jornada para me encontrar nas areias de Azimah. Sou Al-Rashid Ibn Ansur, um viajante em busca de conhecimento e sabedoria. O que traz você e sua caravana a estas terras áridas?


O líder da caravana, intrigado com a aparição repentina de Al-Rashid, responde com respeito:

"Al-Rashid Ibn Ansur, sua fama como um sábio e conhecedor das tradições e histórias antigas precede você. Viajamos há cem dias nesta rota comercial, atravessando desertos e enfrentando desafios para chegar a Azimah. Ouvimos dizer que você é um guardião das histórias perdidas e das antigas tradições desta região. Buscamos seu conhecimento e orientação."

Al-Rashid sorri com gratidão, reconhecendo o pedido do líder da caravana:

"É uma honra para mim ser reconhecido como guardião das histórias e tradições desta terra. Estou disposto a compartilhar meu conhecimento e orientá-los. Mas antes, deixe-me saciar a sede de seus camelos e descansar meus pés cansados. Depois, nos reuniremos em torno de uma fogueira para compartilhar histórias e ensinamentos."

A caravana, aliviada por encontrar um guia experiente, rapidamente se movimenta para cuidar dos camelos e oferecer água e alimento a todos. Após algum tempo, Al-Rashid reúne todos em torno de uma fogueira, onde a luz das chamas dança nas areias do deserto.

Todos estavam "encantados" com Al-Rashid. No entanto, o que ninguém suspeitava era que Al-Rashid Ibn Ansur, um sábio e conhecedor das tradições e histórias antigas, um guardião das histórias perdidas e das antigas tradições desta região, viveu há mais de 200 anos.







Sentado em seu assento, Al-Rashid começa a contar histórias de tempos passados, envolvendo a riqueza da cultura, as lendas dos antigos reinos e os ensinamentos dos sábios que um dia caminharam por aquelas terras. Cada palavra dele cativa a atenção daqueles que o ouvem, transportando-os para um mundo de maravilhas e mistérios.

Comida e bebida são servidos, a alegria introduz a noite festiva para a caravana. Até que...


A morte de Hamal, o escravista - Resumo 6

  A medida em que o tempo se passa, o quebra-cabeças vai sendo montado e as problemáticas na cidade de Al-Murad se desenrolando, espalhados ...