domingo, 3 de setembro de 2023

A morte de Hamal, o escravista - Resumo 6

 



A medida em que o tempo se passa, o quebra-cabeças vai sendo montado e as problemáticas na cidade de Al-Murad se desenrolando, espalhados por toda parte, os aventureiros buscam informações para entender as problemáticas deste lugar. 

Dandelion, convidado de honra do escravista Hamal, que se apresenta junto a sua subordinada escrava, a fim de formar uma boa aliança, esteve presente no banquete, com bebidas e fartura, mas o mais importante foram os informes adquiridos por ali. Mais tarde se apresentou uma figura desconhecida que se dizia amigo do escravista, que já havia se recolhido ao seu dormitório, pois era deplorável seu estado de embriaguez. O homem que chegou, demonstrou um interesse excêntrico pelo Bardo, e sua afetividade proporcionou outros vários informes, tendo falado acerca do comércio escravista local, e como funciona a política dali, falou-se da relação entre as nações do povo Lagarto e da nação Orc, onde sua soberania incide em um controle a Al-Murad: o então Sultão Ramud se submete a essa soberania, e que, apesar de suas desaprovações, está sob influência de alguns de seus Vizires e cede as suas vontades a fim de evitar conflitos diretos com estas nações.

Ali também foi dito que Al-Rashid, outrora servo do Sultão que deu nome a cidade de Al-Murad, um dia fora o guardião das histórias, e que ,conforme o tempo se passou, sua força se expandiu, trazendo consigo uma grande sede de poder e ganância. Então começou sua busca por um artefato que agregaria um poder imensurável para si, percebendo sua intensão maléfica, Al-Murad o aprisionou, e então conteve o mau que habitava naquele que um dia fora seu subordinado.

Na casa onde estavam os aliados da princesa, Malika, Kadhija e Al-Azel descobriam de forma afrontosa e incisiva quem era Alira, que se disfarçava de serviçal para observá-los de perto. No momento em que é ameaçada por Malika, a figura de Alira se manifesta, demonstrando o poder daquela que é o grande nome da resistência e realeza. Rapidamente a situação é controlada, pois os interesses em comum falavam mais alto, então começam mais alguns preparativos e algumas opções e caminhos a seguir são apresentados por Alira.

 Os aventureiros descobrem que o povo Lagarto tem um interesse nesta região, e não está claro, mas sua relação de interesse se associa com um artefato ou demônio antigo que vive sob Al-Murad.

Na taverna (Leite Bom), acontecem atividades suspeitas, de vendas de bebidas alcoólicas de forma irrestrita e é pra lá que o elfo Karin vai, colher mais informações a que se somam as nossas..

O olho de Khadija apontou na direção da biblioteca da cidade, em busca de um velho conhecido, então partiram, a fim de adquirir conhecimento arcano. Al-Azel e as irmãs Thieflings, se encontram com o mago Alfar,  do povo rato, e ali se descobre um pouco sobre o selo dos quatro ventos, um artefato que acredita-se ser  aquilo que Al-Rashid procura para complementar seu poder, ao mesmo tempo em que é encontrado um livro misterioso por Khadija. Suas escrituras se modelam como uma espécie mecanismo mágico que distorce as palavras, e, com muito esforço, são lidas duas versões de histórias: uma diz que o Selo se trata apenas de um joia perdida dos elfos da floresta e a outra versão fala de uma lenda, onde a joia é resultado do amor de um Djin e uma humana, e que apenas o sangue específico revelará o seu verdadeiro poder.


A noite cai, e fora da biblioteca as irmãs Thieflings junto de Al-Azel e Alfar se dirigem ao cemitério local, onde Malika tinha em mente um plano macabro. Um ritual profano é feito por ela, onde palavras de comando são proferidas, criaturas fantasmagóricas surgem, com sede de sangue e vingança, e ao seu comando proporcionariam uma verdadeira chacina naquela noite, buscando dizimar a vida do escravista Hamall, pelos seus atos desumanos contra seus escravizados, Hamall foi localizado pelo artefato de Khadija e as criaturas se dirigiram a sua mansão, dilacerando-o rapidamente.


Naquele mesmo instante, o amigo escravista de Hamall se dirigiu ao companheiro a fim de ajudá-lo, mas foi atacado e executado ali mesmo. Dandelion, que presenciava toda aquela situação, convocou os seguranças para darem suporte na situação, e a medida que seguiam, a fim de salva-lo, eram atacados por aquela força sobrenatural que não se podia ver. 

Dandelion amedrontado, saiu em disparada do local pois seu instinto de sobrevivência falou mais alto. Do lado de fora da mansão, um dos guardas conseguiu desengajar do combate, não tão rápido, pois as criaturas faziam seu ataque final, entrelaçando-se no seu corpo e o despedaçando de dentro pra fora, bem em frente de uma mulher que caminhava por ali, sua boca se abria para gritar, mas nem um som se propagava, tamanho era o pavor que ela sentiu ao ver aquela cena.

Ao amanhecer do dia, os aventureiros deveriam se encontrar. Qual rumo irão escolher? Ainda não se sabe.

Crônica de Dandelion Fahmud

Por HACS

domingo, 20 de agosto de 2023

ALIRA – LUZ DAS AREIAS - Patrulheira Nível 10



Alira era uma elfa de beleza etérea, nascida e criada na cidade de Azimah, um centro comercial próspero e culturalmente diverso, mas também um lugar onde a corrupção e a opressão estavam enraizadas nas entranhas da sociedade. Sua mãe, Jazeera, uma mulher corajosa e justa, era uma grande líder que morreu em batalha para defender a liberdade dos elfos do deserto. Jazeera sempre ensinou a Alira sobre a importância da liberdade e da justiça.

Desde jovem, Alira se destacava por suas habilidades como patrulheira. Ela dominava as artes da furtividade, rastreamento e arco e flecha, habilidades que sua mãe aperfeiçoava constantemente com treinamentos intensivos.

Alira percebia as desigualdades e injustiças que assolavam a cidade de Azimah, especialmente a terrível prática da escravidão, onde especialmente o povo anão inocente era aprisionado e explorado.

Certo dia, Alira testemunhou uma cena horrível: um jovem anão, não muito mais velho que ela, sendo cruelmente espancado por um feitor de escravos. Inconformada com tal crueldade, Alira interveio, utilizando suas habilidades para neutralizar o feitor e libertar o jovem. A partir desse momento, ela percebeu que precisava fazer mais do que simplesmente ajudar uma pessoa de cada vez. Era hora de lutar pela libertação de todos os escravos e expor a corrupção que mantinha Azimah em seu domínio.

Alira procurou sua mãe e compartilhou seu desejo de combater a opressão e criar uma resistência contra a corrupção na cidade. Jazir, seu tio mais novo, sabendo da determinação e coragem de sua sobrinha, concordou em ajudá-la a formar uma resistência secreta, composta por elfos e outros indivíduos que compartilhavam a mesma visão de justiça.

A resistência de Alira operava nas sombras, realizando ataques sorrateiros contra os feitores de escravos, libertando escravos e coletando provas da corrupção que assolava Azimah. Alira liderava as missões, usando um amuleto mágico para disfarçar sua aparência, bem como suas habilidades de patrulheira para se mover silenciosamente pelas ruas da cidade, coletar informações vitais e garantir a segurança de seus companheiros.

Conforme o tempo passava, a resistência de Alira começou a ganhar força. Suas ações corajosas inspiraram outros a se juntarem à causa. A palavra se espalhou sobre a "Luz das Areias", a líder da resistência que lutava pelos oprimidos e explorados. A coragem e o carisma de Alira a tornaram um símbolo de esperança para os oprimidos.

Alira e sua resistência têm acumulado evidências para expor a corrupção nos níveis mais altos da cidade. Porém faltam informações mais precisas sobre o Grande Corruptor de Alzimah, que controla os grandes comerciantes de escravos e influencia o sultanato de forma indireta. Hoje, Alira é conhecida como a "Luz das Areias", uma lenda viva que inspira aqueles que lutam pela liberdade e pela justiça. Sua jornada continua, pois ela está determinada a erradicar a corrupção completamente e garantir que todos em Azimah possam viver em paz e igualdade.


RAMUD IBN JIZAN IBN ZAKHRAN - PDM

 


O Sultão Ramud Ibn Jizan Ibn Zakhran busca manter o equilíbrio nas relações exteriores de Azimah, no entanto parece sucumbir às influências perniciosas de seus vizires. Ao mesmo tempo em que seu Grão Vizir Talmud Ibn Jizan Ibn Zakhran, seu irmão, tem tentado conter as investidas das nações orcs e do povo lagarto, que exploram a escravização de anões e tieflings, e possuem grande poder bélico

O Selo dos Quatro Ventos

 


Ao que tudo indica, o selo dos 4 ventos é um artefato poderoso, dado por um Djinn a sua filha meio humana. As lendas contam que este selo foi passado de geração em geração e somente o sangue revelará o verdadeiro poder do selo. Em outras épocas, ficou conhecido como A JOIA PERDIDA DOS ELFOS DA FLORESTA. O objeto em si só possui valor sentimental e não é mágico.
Um conto antigo diz que os 4 ventos representam as 4 nações poderosas de Zahkara que selaram a paz casando seus descendentes entre si, na tentativa de um dia poder unificar os povos.

sexta-feira, 18 de agosto de 2023

O grande Bazar - Resumo 5




Ao passar pelos portões de Al-Murad, a caravana, enfim, encontra seu propósito. O líder da caravana cumpre o contrato com sua escolta, composta pelas conjuradoras de aparência humana Malika e Kadhija, o habilidoso Kah-Reem, elfo da floresta, Dandelion, o tabaxi poeta do povo, reverenciado como uma dádiva dos deuses, que representa o favor divino em tempos tão difíceis, e a malfadada herança dos djinn, o paladino Al-Azel.

Os aventureiros se dirigem ao grande bazar de Al-Murad. Ao se aproximarem do tumulto daquele imenso mercado a céu aberto, o barulho do leilão de escravos anões chama a atenção de Malika e Kadhija, que partem em direção ao “palco” da escravização. Elas são acompanhadas por Dandelion, que interrompe o leilão com uma apresentação digna de grandes arautos. O bardo faz um lance ousado, compra um lote de anões e, por um lado, atrai o amor do povo no entorno do local; por outro lado, recebe o ódio dos escravistas elfos, dentre os quais o mais rico deles: Hamal.

As irmãs tiefling, disfarçadas magicamente de humanas, analisam a situação dos anões que estão à venda como escravos e deliberam sobre que atitude tomarão diante de tamanha injustiça. Resignadas com o baixo valor das vidas anãs, partem para a Quadra dos Alquimistas em busca de recursos que as auxiliem no caminho que pretendem tomar dali em diante. Mal sabem elas que os anéis que agora possuem, dando-lhes aparente saciedade, está consumindo a sua saúde. E elas precisarão cumprir rapidamente o propósito oculto dos presentes de Al-Rashid. Além disso, uma pergunta não sai de suas mentes: onde estão os tieflings escravizados? Até o momento, nenhum tiefling (escravo ou livre) foi visto na cidade. Isso não parece um bom sinal.

Dandelion, a convite do abastado Hamal, um elfo do deserto bastante influente, parte para um jantar suntuoso que lhe fora oferecido para selar a sociedade com a compra de um lote de 20 escravos anões com homens, mulheres e crianças desnutridas e imundas, que mais pareciam animais, dada a condição em que se encontram. 

Al-Azel, para cumprir com o propósito de sua jornada em Zakhara, segue diretamente para as Tendas de Adoração, em busca do Tabernáculo de Haku. Ao chegar no local, ele observa que no grande carrossel de tendas religiosas, as flâmulas que identificam as diversas deidades não tremulam em suas hastes, no entanto, a flâmula azul de Haku, se movimenta com o vento ocidental mudando para oriental ante a sua chegada. Neste ponto, um pequenino homem se apresenta com vestes teatrais, caracterizando-o como um arauto, e saúda o paladino viajante, conduzindo-o até a câmara principal dentro daquela tenda. A sacerdotisa líder daquele local de adoração realiza um ritual de invocação e convoca o djinn Riah Sharqia (vento do oriente), intercessor dos clérigos de Haku. O djinn determina que a clériga remova a maldição do filho de Barahdur e diz a ela que tome cuidado com o desastrado demdji, pois ele e seus companheiros de caravana mataram um djinn do vento protetor designado pelos clérigos azuis para proteger o túmulo do falso rei daqueles que procuram saqueá-lo ou mesmo libertar os espíritos antigos que ali estão aprisionados.

Removidas as luvas amaldiçoadas, Al-Azel parte para a rua principal do grande bazar, rumo a última casa na direção do alvorecer, objetivando encontrar a jovem Fatimah, a quem salvara mais cedo naquele dia.

Kah-Reem vasculha o grande bazar em busca de informações que possam revelar o que está acontecendo naquela cidade. Ao mesmo tempo, ele pretende se tornar o mais letal possível, quando em combate, e, para isso, busca comprar venenos que possa aplicar em suas lâminas. Ele não percebe, apesar de seu grande poder de observação, que as irmãs tieflings estão bem próximas dele, com um propósito semelhante ao dele. Em conversas despretensiosas, Kah-Reem ouve alguns contos folclóricos sobre uma joia muito bonita e singular, com inscrições que se assemelham a lufadas de vento dispostas em quatro direções: Norte, Sul, Leste e Oeste. Os moradores locais afirmam ser o Selo dos 4 ventos, artefato que estaria provocando a maldição que se abateu sobre a área ocupada pelos escravos domésticos ao Norte. Essa joia parece familiar. Talvez se trate da Joia Perdida dos Elfos da Floresta, que há muito tempo parece ter feito parte do tesouro dos Elfos da Floresta, recentemente saqueado.


terça-feira, 15 de agosto de 2023

sexta-feira, 4 de agosto de 2023

ENFRENTANDO O GÊNIO - crônica de DANDELION FAHMUD





Pelo deserto viajei no lombo de um camelo, preparei música boa, dei uma escovada no pelo, com meu alaúde do lado que está sempre afinado para o público entreter, só que eu não imaginava que ao longo da jornada algo assim iria acontecer, Um homem de vestes longas e barba protuberante de longe logo acenou, bem perto havia um paladino que vendo aquele Velhinho soltou um berro e falou, o som veio no meu ouvido e foi uma coisa bem louca, o líder da caravana logo lhe disse, "homem cale sua boca" na hora fiquei sem graça e enorme era a desgraça que estava pra começar, ao longo dessa estrada o destino da caravana iria se modificar, o velho veio de mansinho como quem não queria nada, só que por ali já tinha uma tramóia preparada, Al'Hashid era o seu nome e foi como se apresentou, também lhe disse o meu nome o velho sorriu e gostou, e então nós conversamos, e ele tinha muita noção, lhe disse que confusão era minha motivação, ele logo confirmou, que iria se iniciar e aquilo que eu buscava estava prestes a rolar, a noite ficou animada teve comida adoidada, bebida e apresentação, em volta de uma fogueira foi aquela agitação, bem perto daquele fogo duas figuras avistei, jovens e belas, duas donzelas chamavam a atenção de quem passava foi se estendendo a noitada, e eu então continuei, a Maga era perspicaz sacou uma caneca e bebeu até demais, puxando a clériga pelo braço foi aquele estardalhaço, mais lado eu observava a figura de um ladino, um cara de aspecto calmo e também muito distinto, bebia de leve uma bicada de forma bem moderada para não se embriagar, quando olhei chega sorri porque nem a caneca ele sabia segurar, bem perto desse ladinho se encontrava o paladino que pois-se a dialogar, "tenho um camelo bonito pra gente negociar", era um artefato mágico e ele largou no chão, se tratava de uma pedrinha que quando beliscou o chão, tomou a forma de um camelo grande e sem coloração, o bicho era grande e chamou muita atenção, os olhos do ladino começaram esbugalhar, fez uma pergunta por cima da outra e foram negociar , então disse o paladino "sua luva é brilhante, um close com ela eu quero dar" Essa parte eu não ouvi, isto apenas deduzi pelo que pude observar, um velho viu o camelo e chegou pra lhe ofertar, "eu tenho um escudo distinto, com escamas de peixe e quero fazer um rolo, quero esse camelo e umas peçinhas de ouro pro negócio a gente fechar" então o paladino se interessou mas ficou desconfiado, pediu auxílio ao seu Deus, Haku como era denominado, nesse momento passou dois moleques encapetados, um deles ouviu e sorriu daquele nome gozado, e então o mais folgado olhou pro colega do lado, Haku é o seu cool com meu dedo enfiado, pense em nós moleques ruins que tem pra esses lados, o tempo foi se passando e eu logo percebi, a bebida que ofereceram tinha um sabor meio aguado, o povo logo sentiu uma tontura e caiu já desmaiado, fiquei sem entender nada e do nada a situação, surgiu mesmo na minha frente um Gênio de porte bom, o bicho era enorme e com a voz que nem trovão, tentei convencer o mesmo mas não teve negociação, o tempo foi se fechando e uma ruma de areia surgiu, o do nada até tufão que tomou forma e surgiu, e tornou-se mais escuro quando a poeira subiu, mais escuro ficou mesmo a vista do povo que caiu, o pessoal entrou em transi e foi parar em outro canto, ninguém soube explicar mas tentamos dissipar a magia de todos os cantos, sem sucesso partimos para outra estratégia, o paladino invocado estufou o peito e foi pra cima do gênião, tomou dois catiripapo e caiu com seu "Haku" no chão, mas ele foi corajoso isso eu tive que ressaltar, a clériga por outro lado lançou sua ilusão pra enganar, projetou lá no céu a imagem de um mulherão, era uma figura formosa e ele ia notar, "uma Gênia" ele disse " criatividade da sua parte não há de faltar" e sorriu em Ton irônico, ou gênio pra debochar , lá no outro plano o povo tava pra endoidar, a Maga encontrou o velho que chegou na expedição, em nada se parecia com o velho que acenou com a mão, esse velho tava algemado nessa outra dimensão, e dizia "Me mate ou ampute minhas mãos", era uma algema mágica que prendia o velhinho, o Ladino estava por lá e deu uma boa ideia, "Faça aí dois palitinhos que liberto esse velhinho" a maga não tinha ali o que era necessário, do lado um ser de luz apareceu naquele espaço, era a clériga que possuía uma magia das boas, piscando entre um plano e o outro trouxe a consciência pro corpo da Maga que ali estava, chegou e viu aquele criatura enorme e cheia de pompa, olhou pra trás e me viu, arrumado eu estava do pelo ao sapato ,, ela então me disse " menino tu és um gato?" e então eu entendi, olhei pra ela e sorri e fiquei mais motivado, ela chegou tomando uns tapas do Gênio bem debochado, provocando a ira dela que tinha na manga algo muito preparado, da sua mão se formava uma esfera de fogo embasado, lançou a esfera pra frente e saiu torando tudo no dente, tendinhas e os camelos, ficou tudo chamuscado, quando baixou a poeira o gênio foi sem vergonha se limpou e coçou o braço, falou que o feitiço foi fraco pra causar boa impressão gênio orgulhoso esse tava doido era pra se jogar no chão, o tempo foi se passando e a batalha se desenrolando e fiquei mais a par da situação, de um lado a clériga curava quem precisava, o paladino apanhava e o ladino se esgueirava para um ataque certeiro aplicar, várias investidas foram feitas pelo ladino ardiloso, e minha busca então começou, pela tumba do velho , cavei um buraco e tentei encontrar uma solução, tirei areia bem fundo com as quatro patas no chão, e aquilo era muito fácil, embaixo do meu nariz, havia uma espécie de palácio, de nada adiantou, meu Deus Gato o que eu faço? Indaguei-me mesmo assim, fiz ali o meu achado, tratava-se de uma construção que a areia havia soterrado, procurei e não encontrei pois estava no canto errado. Lá de baixo eu ouvi um gritos e uns brados, uma saraivada de flechas no Gênio seriam lançados, guerreiros bem poderosos ali haviam chegado, o gênio não aguentou e logo sucumbiu, quem são esses que chegaram, foi a pergunta que surgiu, uma pergunta que vem acompanhada de um pouco de ansiedade, quais mistérios nos aguardam pela Alvorada Al'Muhad, isso não podemos prever, torçam pra este bardo viver e mais histórias como esta escrever.

Dandelion Fahmud.





Por HACS

A morte de Hamal, o escravista - Resumo 6

  A medida em que o tempo se passa, o quebra-cabeças vai sendo montado e as problemáticas na cidade de Al-Murad se desenrolando, espalhados ...