Almar Almansur é um "pequeno" órfão que foi seduzido pelo conhecimento da magia. Aos poucos, apesar do tamanho aparentemente limitante, foi obtendo grandes conquistas e seu poder tem aumentado significativamente. Está no 5º nível de mago.
FOR 7 / DES 13 / CON 11 / INT 15 / SAB 8 / CAR 10 / HON 5 / SAN 11 / SOR -1
Dentre suas características, a que mais se destaca é a falta de pudor ao dizer na cara tudo o que os outros escondem. Confia apenas em si mesmo, mas não mede esforços para ajudar quem o ajuda, sobretudo se a outra pessoa também for um órfão.
"Já ouvi muitas versões da minha origem. Nenhuma delas heroica. Não sou “gente” como dizem. Um erro dos deuses: grande demais para ser rato; pequeno demais para ser halfling. Fui mais um abandonado, adotado com outros Órfãos da Guerra, criado para servir e divertir elfos, usados como atrações nas feiras, como ladrões, como “olhos e ouvidos” da aristocracia às vezes, mas sempre párias."
Almar ingressou na Escola de encantamento porque sempre foi fascinado pelo controle da mente, pem como por "compulsões arcanas", concentrando-se em afetar as mentes e percepções dos outros, já que encantamentos compelem e encantam as pessoas, dobrando-as à vontade do conjurador
"A proximidade com os magos élficos me deu a sorte de aprender enquanto servia. De brincadeira, sugeriram que eu fosse ensinado a ser um deles, a ser usado como mascote, possivelmente. Contra todas as probabilidades me formei na Escola de Magia e como um membro da Escola de Encantamento, afiei minha habilidade de entrar magicamente e seduzir outras pessoas e monstros. Alguns de nós são pacifistas que fascinam os violentos para que larguem suas armas e enfeitiçam os cruéis para mostrar misericórdia. Outros são tiranos que dominam magicamente os involuntários, obrigando-os a servi-lo. Ainda estou vagando em algum lugar entre esses extremos."
Como cidadão de Al-Murad, cidade élfica que nasceu de um oásis fincado no meio do deserto de Al-Murad, Almar Almansur tem que conviver com a desagradável política da cidade que explora a mão de obra de anões e tieflings, povos escravizados cujas vidas são consideradas insignificantes pelos elfos do deserto.
OBSERVAÇÃO:
Em nossa campanha, utilizamos 2 atributos sugeridos no Livro do Mestre de Dungeons and Dragons 5E, a saber, Honra e Sanidade. Introduzimos também um atributo a que chamamos de Sorte (Fortuna), que indica quão afortunado ou quão beneficiado pela "deusa Sorte" é um personagem.
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